1. Isaías 9:6: Uma Declaração Ontológica Subversiva

A expressão “Avi-Ad” (אֲבִי־עַד, “Pai da Eternidade”) em Isaías 9:6 transcende a mera retórica poética, constituindo-se como uma afirmação ontológica sobre a natureza do Messias. Essa fórmula linguística:

2. Yeshua: A Unidade Funcional na Dualidade de Manifestações

A teologia hebraica compreende a identidade messiânica como unidade dinâmica, não estática:

3. Crítica às Categorias Helenísticas e Defesa do Monoteísmo Hebraico

A leitura trinitariana, enraizada em pressupostos metafísicos gregos (como hypostasis e ousia), impõe uma estrutura alienígena ao texto bíblico. Em contraste:

4. Resposta às Objeções: Superando o Dualismo Metafísico

A pergunta “Como o Filho pode ser o Pai?” pressupõe uma dicotomia grega entre transcendência e imanência, inexistente na cosmovisão hebraica. Respostas:

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Conclusão: Reafirmando o Monoteísmo Profético

Isaías 9:6 desestabiliza paradigmas teológicos pós-nicenos ao apresentar o Messias como síntese da unidade divina. A identidade de Yeshua não é um quebra-cabeça metafísico, mas a epifania de Adonai em carne – um convite a retornar à raiz hebraica da fé: “Ouve, Israel, Adonai é o nosso Deus, Adonai é um” (Deuteronômio 6:4).

Referências:

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